sexta-feira, 19 de março de 2010
O Amigo (Deus)
Cada um, um pedaço do outro;
Tu estás em mim e eu em ti,
Tu te fizeste o meu melhor amigo!
Assim...
No loteamento do meu coração,
Te reservei um lote muito especial;
Expressão do meu amor e gratidão,
Fica defronte à praça central!
Agora...
Quando ando, pelas ruas,
Meu prazer é segurar em tua mão;
Que bom saber que o tenho ao meu lado,
Melhor ainda é tê-lo em meu coração!
Porque...
Tu, como servo te fizeste, há muito tempo,
Agora quero te servir e te amar;
Te servirei com meus dons e talentos,
Do teu amor e de tua graça vou sempre falar!
by, Enih Gil’ead
quarta-feira, 17 de março de 2010
Viagem Através do Tempo...
É impressionante como tem surgido, ultimamente, romances e filmes de ficção do tipo que “transporta” o leitor ou o espectador para o passado, para o futuro ou simplesmente para um espaço curiosamente diferente da nossa realidade! Mas, não obstante o latente e insistente desejo humano de dominar e domar o tempo, ele está aí e continuará correndo, em todo o universo, tal como Deus o estabelecera. A metafísica de espaço-tempo de Einstein o considera mais rápido, ou mais lento, em diferentes localizações e em função da massa, velocidades e energias de um super astro em movimento, a grande verdade é que o tempo, ainda que com possíveis variações, ele continua correndo e sempre numa única direção: Do presente para o futuro.
William Shakespeare disse certa vez que: “Há mais mistérios entre o céu e a terra do que imagina a nossa vã filosofia!” De fato; mesmo o passado, o presente e o futuro nos escapam à nossa ínfima capacidade de análise e de definição! Por exemplo; como podemos dizer que existe um tempo chamado “futuro”, se ele ainda não chegou? E quando chegar, quanto tempo durará como presente? O que é o “presente”, afinal? Quanto mede, ou, qual a sua duração? No exato momento em que paramos para definir o “agora” como o nosso presente, esse “agora” já se foi e já entrou para o passado, de onde nunca mais retornará! A rigor, diríamos que o futuro não é mais do que a simples expectativa do presente, e que o presente é apenas e tão somente uma transição (com duração infinitesimal!) do futuro para o passado. Na verdade, só o passado existe... Em nossa memória, e só pode ser evidenciado através das nossas realizações e conquistas. E, curiosamente, não temos o menor controle sobre esse único tempo que poderíamos dizer que existe; o nosso passado!
O que passou, passou; e, como diz o velho adágio: “Águas passadas não tocam moinho”. Não podemos mexer no futuro, pois esse ainda não nos veio às mãos, e nem desfazer ou reparar o passado, que já se foi; sim, é verdade; mas nós podemos (e devemos!), nesse presente contínuo, agir de tal forma que o futuro seja grandemente influenciado e até direcionado pelas nossas ações no presente momento. Como disse Peter Drucker: “A melhor maneira de ‘prever’ o futuro é moldando-o você mesmo, hoje!” A preguiça, e a idéia de “matar o tempo”, é apenas e tão somente loucura! Ele é quem silenciosa e inevitavelmente acabará com toda matéria existente! Nada e nem ninguém, dentro desse nosso universo, escapa às suas garras!
Alguém já disse que a única razão para a existência do tempo, no universo em que vivemos, seria o cuidado do Criador, para que não nos acontecesse tudo de uma só vez. De fato, o Criador foi extremamente bondoso e misericordioso em nos dar um “futuro – aqui” apenas de projeções em função da nossa visão do nosso passado; um “presente” de dimensão infinitesimal para que possamos suportar a dor de nossos fracassos, e, um “passado” que é constantemente afastado de nós e varrido pela ininterrupta chegada do futuro! Assim, todo aquele que lançou o seu fardo aos pés de Jesus pode fazer como nos ensinou o apóstolo Paulo: “...uma coisa faço: Esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” Filipensses 3:13,14
Amém!
by, Enih Gil’ead
Palavra de Autoridade
Como todo “depois do almoço” e especialmente em função do monótono ruído do ar condicionado, o marasmo parecia geral. Era perfeitamente possível de alguém ser encontrado dormindo, de olhos abertos e folheando alguma coisa. De repente, começou um vozerio e um quase tumulto de pessoas descendo apressadamente pelas escadas e, sem muita demora, ouviu-se alguém falando em um tom de voz acima do normal, no andar de cima! A esta altura o pessoal da engenharia já estava todo alerta e botando a cabeça acima dos biombos, olhando uns para os outros, enquanto pairava no ar um grande sinal de interrogação! O impasse todo não demorou mais do que uns poucos minutos e entra ninguém menos do que o presidente da companhia que vinha descendo, de andar por andar; ele entra apressado, vai até o meio do corredor e fala quase gritando: “Evacuem o prédio! TODOS! Existe uma bomba no prédio! Deixem tudo como está e saiam! AGORA!”
Para resumir o relato, quando o presidente chegou ao térreo do prédio, chegava com ele os últimos funcionários; “grandes” e “pequenos”! Ninguém ousou perguntar coisa alguma, ninguém questionou, todos simplesmente obedeceram... Não só à ordem de evacuação, mas também à ordem de urgência! Tivesse o presidente delegado esse “recado” a um subalterno seu, será que teriam todos atendido? Teria o resultado sido o mesmo? Com certeza que não.
Esse acontecimento, fato real, sempre me faz lembrar do recado de urgência que Deus tinha para entregar a toda a humanidade. A condenação, em função do pecado, era iminente, repentina, catastrófica e irreversível! Assim, Ele decidiu descer, assumir a forma humana e entregar Ele mesmo o recado. E graças a Deus por isso; porque agora, como nos assegura a Sua Palavra, todo aquele que n’Ele crer, será salvo; mas o que não crer, já está condenado!
by, Enih Gil’ead
quarta-feira, 10 de março de 2010
Quem Matou o Escritor?
sexta-feira, 5 de março de 2010
Servir a Deus, ou a Mamom?
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Intelectualidade ou Anti-Intelectualidade Cristã?
Em Rm. 12:1 nós vemos o escritor sagrado pedindo, literalmente “pelo amor de Deus!”, para que os irmãos sacrificassem de si (envolvimento físico), e que prestassem a Deus um culto racional, com a razão, com o entendimento, com o intelecto: “¶ Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.” E, em I Pedro 2:2 temos a advertência para que desejemos, com empenho, “o leite racional” ou, a alimentação sadia da nossa razão para que, por isto, estejamos crescendo na intelectualidade do nosso culto a Deus: “Desejai afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que por ele vades crescendo;”
O temor do Senhor é o princípio da [verdadeira] sabedoria. O nosso Deus nunca se agradou do culto de tolos, de insensatos e nem de incultos. O Criador do universo é grande demais para se “amedrontar” com as nossas interrogações e questionamentos, sejam eles no campo da ciência, da teologia, da vida social, política ou seja lá o que for. Se o grande rei Salomão desagradou a Deus, não foi por sua intelectualidade, e sim, por não obedecer a três mandamentos muitíssimo claros e simples, conforme vemos em Deut. 17:16-18 que são: Não multiplicar para si cavalos, nem mulheres, e nem ouro.
A Igreja tem que se posicionar é contra a desobediência e contra o pecado; e não contra a ciência ou contra a intelectualidade!
27/02/2010 - Enih Gil’ead
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Insatisfeitos Com o Cristianismo Atual
Acil,
Shalom!
Por enquanto eu ainda não tenho me prontificado a responder a todo o que me escreve, no blog, porque eu ainda não entendi muito bem a mecânica e nem os propósitos dessa nova (pra mim) forma de comunicação; mas, teve uma coisa que li no teu blog que me chamou muito à atenção... Você diz que “tem vivido totalmente insatisfeita com o cristianismo atual...”! Achei isso muito curioso porque, pelo que vi na tua foto, você é uma pessoa bastante jovem e, como tal, não tem porque sofrer de “saudosismo” ou com a “diferença de padrões” como nós, os mais velhos!
Tudo bem, a citação de Rm. 12:2 nos que diz: “... não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento...”; mas, isso está nos advertindo é para não nos conformarmos com este mundo, sem Jesus, e não para não nos conformarmos com a Igreja atual, a qual Deus vê como “sem ruga e nem mácula” e a qual pertence única e exclusivamente ao nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo!
Sabe, Acil; eu tinha praticamente a idade que você tem hoje quando eu ouvi do Frei Leonardo Boff, que estava sendo severamente criticado pela sua (então nova) teologia e pelas suas inconformidades com a Igreja Católica, um frase que eu nunca esqueci: “Eu prefiro seguir com a igreja, a caminhar só, com a minha teologia”! Ou, eu acrescentaria, “a romper com a IGREJA e criar eu mesmo ‘mais uma’ igreja!”
Eu hoje já estou indo para a casa dos 60 anos e eu já vi, provavelmente bem mais do que você, muitos “disparates” acontecerem com e no meio das igrejas que compõe a Noiva de Cristo; mas, por mais que os “missionários do inferno” tenham tentado minar os muros, eles jamais conseguiriam prevalecer contra a Porta da Igreja!
Sem dúvida alguma que o lugar mais seguro para o crente, ainda é dentro da Igreja!
“Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.” Heb. 10:25
24/02/2010 – Enih Gil’ead
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Falhas, Erros e Gafes!
Para nós escritores, ou, melhor dizendo, para nós que gostamos de escrever, os erros de Português sempre foram uma espécie de “calcanhar de Aquiles”; o nosso ponto fraco; por mais que tentemos evitá-los, eles sempre estarão aí minando a força da nossa comunicação e nos expondo à crítica dos que nos leem! Há poucos dias, trocando umas idéias com uma amiga, também escritora e que já tinha obras publicadas através de uma editora na qual estou entrando agora, ela me advertia: “... só toma muito cuidado com os erros de escrita ...!”
De nada adianta nos escusarmos repetindo o já malhado rifão que diz: “O erro é próprio do ser humano!” ou, “Se a gente não errasse, a vida não teria graça!” A grande verdade é que nós, “simples seres que escrevem” depois de fazermos o melhor que podemos, temos mais é que nos conformar com a nossas limitações e, quando possível, até nos alegrar e nos divertir com o resultado! Como eu costumo dizer, "Esse é justamente o encanto de se morar num país tropical... Todo mundo 'tropica' em alguma coisa... E vamos que vamos!"
23/02/2010 – Enih Gil’ead