sexta-feira, 19 de março de 2010

O Amigo (Deus)

Dois amigos tem, dentro de si,
Cada um, um pedaço do outro;
Tu estás em mim e eu em ti,
Tu te fizeste o meu melhor amigo!

Assim...

No loteamento do meu coração,
Te reservei um lote muito especial;
Expressão do meu amor e gratidão,
Fica defronte à praça central!

Agora...

Quando ando, pelas ruas,
Meu prazer é segurar em tua mão;
Que bom saber que o tenho ao meu lado,
Melhor ainda é tê-lo em meu coração!

Porque...

Tu, como servo te fizeste, há muito tempo,
Agora quero te servir e te amar;
Te servirei com meus dons e talentos,
Do teu amor e de tua graça vou sempre falar!


by, Enih Gil’ead

O Amigo (Deus)


Dois amigos tem, dentro de si,
Cada um, um pedaço do outro;
Tu estás em mim e eu em ti,
Tu te fizeste o meu melhor amigo!

Assim...

No loteamento do meu coração,
Te reservei um lote muito especial;
Expressão do meu amor e gratidão,
Fica defronte à praça central!

Agora...

Quando ando, pelas ruas,
Meu prazer é segurar em tua mão;
Que bom saber que o tenho ao meu lado,
Melhor ainda é tê-lo em meu coração!

Porque...

Tu, como servo te fizeste, há muito tempo,
Agora quero te servir e te amar;
Te servirei com meus dons e talentos,
Do teu amor e de tua graça vou sempre falar!


by,  Enih Gil’ead

quarta-feira, 17 de março de 2010

Viagem Através do Tempo...

Seja você um cientista, filósofo, pensador e escritor, ou mesmo um leigo curioso, você provavelmente já parou para pensar sobre o por quê do tempo, sua natureza ou sobre o seu implacável e ininterrupto avançar. Não foram poucos os livros escritos sobre o desejo humano de parar, reverter ou até mesmo de se adiantar no tempo. A viagem através do tempo tem sido a fantasia da busca pelo que já aconteceu, está acontecendo ou pelo que ainda nos acontecerá, no futuro. Isso tem sido tema de muita reflexão e de muitos escritos de ficção ao longo da existência humana. Seja o homem um investigador policial, um estudante, um empresário, um lavrador, um estadista ou mesmo uma dona de casa, o assunto “viagem através do tempo” sempre foi, é, e continuará sendo um assunto por demais apetitoso à nossa imaginação.

É impressionante como tem surgido, ultimamente, romances e filmes de ficção do tipo que “transporta” o leitor ou o espectador para o passado, para o futuro ou simplesmente para um espaço curiosamente diferente da nossa realidade! Mas, não obstante o latente e insistente desejo humano de dominar e domar o tempo, ele está aí e continuará correndo, em todo o universo, tal como Deus o estabelecera. A metafísica de espaço-tempo de Einstein o considera mais rápido, ou mais lento, em diferentes localizações e em função da massa, velocidades e energias de um super astro em movimento, a grande verdade é que o tempo, ainda que com possíveis variações, ele continua correndo e sempre numa única direção: Do presente para o futuro.

William Shakespeare disse certa vez que: “Há mais mistérios entre o céu e a terra do que imagina a nossa vã filosofia!” De fato; mesmo o passado, o presente e o futuro nos escapam à nossa ínfima capacidade de análise e de definição! Por exemplo; como podemos dizer que existe um tempo chamado “futuro”, se ele ainda não chegou? E quando chegar, quanto tempo durará como presente? O que é o “presente”, afinal? Quanto mede, ou, qual a sua duração? No exato momento em que paramos para definir o “agora” como o nosso presente, esse “agora” já se foi e já entrou para o passado, de onde nunca mais retornará! A rigor, diríamos que o futuro não é mais do que a simples expectativa do presente, e que o presente é apenas e tão somente uma transição (com duração infinitesimal!) do futuro para o passado. Na verdade, só o passado existe... Em nossa memória, e só pode ser evidenciado através das nossas realizações e conquistas. E, curiosamente, não temos o menor controle sobre esse único tempo que poderíamos dizer que existe; o nosso passado!

O que passou, passou; e, como diz o velho adágio: “Águas passadas não tocam moinho”. Não podemos mexer no futuro, pois esse ainda não nos veio às mãos, e nem desfazer ou reparar o passado, que já se foi; sim, é verdade; mas nós podemos (e devemos!), nesse presente contínuo, agir de tal forma que o futuro seja grandemente influenciado e até direcionado pelas nossas ações no presente momento. Como disse Peter Drucker: “A melhor maneira de ‘prever’ o futuro é moldando-o você mesmo, hoje!” A preguiça, e a idéia de “matar o tempo”, é apenas e tão somente loucura! Ele é quem silenciosa e inevitavelmente acabará com toda matéria existente! Nada e nem ninguém, dentro desse nosso universo, escapa às suas garras!

Alguém já disse que a única razão para a existência do tempo, no universo em que vivemos, seria o cuidado do Criador, para que não nos acontecesse tudo de uma só vez. De fato, o Criador foi extremamente bondoso e misericordioso em nos dar um “futuro – aqui” apenas de projeções em função da nossa visão do nosso passado; um “presente” de dimensão infinitesimal para que possamos suportar a dor de nossos fracassos, e, um “passado” que é constantemente afastado de nós e varrido pela ininterrupta chegada do futuro! Assim, todo aquele que lançou o seu fardo aos pés de Jesus pode fazer como nos ensinou o apóstolo Paulo: “...uma coisa faço: Esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” Filipensses 3:13,14

Amém!

by, Enih Gil’ead

Palavra de Autoridade

Ainda não era duas horas da tarde de um dia de semana qualquer. O prédio só tinha treze andares, mas, por uma questão de superstição, o “14° andar” dele era todo tomado como head quarter para o presidente da companhia, uma multinacional que ocupava, na verdade, dois belos prédios na Praia de Botafogo. Eu trabalhava no departamento de engenharia da empresa, que ficava no 2° andar, já por alguns anos; mas, ainda não tinha tido a oportunidade de me avistar pessoalmente com o presidente da companhia por mais do que umas duas ou três vezes. Não que ele não fosse uma pessoa humana e acessível; ele era; a questão era que, conforme subiam os andares, subia também a importância das pessoas e o seu relacionamento com o cabeça da empresa.

Como todo “depois do almoço” e especialmente em função do monótono ruído do ar condicionado, o marasmo parecia geral. Era perfeitamente possível de alguém ser encontrado dormindo, de olhos abertos e folheando alguma coisa. De repente, começou um vozerio e um quase tumulto de pessoas descendo apressadamente pelas escadas e, sem muita demora, ouviu-se alguém falando em um tom de voz acima do normal, no andar de cima! A esta altura o pessoal da engenharia já estava todo alerta e botando a cabeça acima dos biombos, olhando uns para os outros, enquanto pairava no ar um grande sinal de interrogação! O impasse todo não demorou mais do que uns poucos minutos e entra ninguém menos do que o presidente da companhia que vinha descendo, de andar por andar; ele entra apressado, vai até o meio do corredor e fala quase gritando: “Evacuem o prédio! TODOS! Existe uma bomba no prédio! Deixem tudo como está e saiam! AGORA!”

Para resumir o relato, quando o presidente chegou ao térreo do prédio, chegava com ele os últimos funcionários; “grandes” e “pequenos”! Ninguém ousou perguntar coisa alguma, ninguém questionou, todos simplesmente obedeceram... Não só à ordem de evacuação, mas também à ordem de urgência! Tivesse o presidente delegado esse “recado” a um subalterno seu, será que teriam todos atendido? Teria o resultado sido o mesmo? Com certeza que não.

Esse acontecimento, fato real, sempre me faz lembrar do recado de urgência que Deus tinha para entregar a toda a humanidade. A condenação, em função do pecado, era iminente, repentina, catastrófica e irreversível! Assim, Ele decidiu descer, assumir a forma humana e entregar Ele mesmo o recado. E graças a Deus por isso; porque agora, como nos assegura a Sua Palavra, todo aquele que n’Ele crer, será salvo; mas o que não crer, já está condenado!


by, Enih Gil’ead

quarta-feira, 10 de março de 2010

Quem Matou o Escritor?





O homem, um investigador nato, depois de passar por inúmeras livrarias, grandes bibliotecas particulares e públicas, indagar e procurar por toda parte que lhe era possível, ele simplesmente não podia mais ocultar o incômodo pela dura realidade que tinha diante de si. O que se via, em todas as estantes, eram vagas e mais vagas entre uma obra e outra... Mas o que ele procurava, na verdade, ele não encontrou. Deveria ele prosseguir em sua busca? Se sim, até quando? Encontraria, afinal, o que procurava? Que teria acontecido ao escritor X e aos seus escritos? Onde teria ele se metido ou o que estaria ele fazendo, se não escrevendo...?

Esta é uma investigação que muitos de nós, especialmente os que nos damos a escrever, já fizemos e continuamos a fazer; vez por outra. Não foram poucas as vezes em que procuramos por um assunto que há muito deveria ter sido registrado, publicado e divulgado; no entanto, escafunchamos por toda parte (agora até pela internete!) e por fim, exaustos e frustrados, temos que tomar nós mesmos a incumbência de coletarmos impressões ou informações sobre o tema para, quem sabe, um dia termos o entendimento que tanto nos interessa.

Folheando um jornal[1], há algum tempo atrás, me deparei com a seguinte frase: “O escritor precisa cultivar três atributos: A insatisfação, a percepção, e a intuição”; mas, o que me chamou mesmo à atenção foi “a insatisfação”! Parece que a insatisfação tem sido a mola mestre e uma constante no âmago de todo escritor; caso contrário, por que razão se daria ele ao trabalho de escrever, se já estivesse satisfeito com o que já se tem escrito para a informação do intelecto ou para o deleite da alma?

Contudo, temos que admitir que escrever nunca foi uma tarefa fácil. Evidência disso é o desespero que os jovens apresentam na hora de fazer uma simples redação, como no caso do vestibular! E, desespero mesmo é ler o que eles escrevem! O que é que está faltando, então, para a formação desses jovens? Qual seria a grande diferença entre uma má e uma boa redação? O Barão de Itararé disse, certa vez: “O laborioso conta o que fez; o idiota, o que pretende fazer.” Parafraseando aqui as palavras do Barão, diríamos: “O bom leitor escreve o que um dia leu, aprendeu e o que conseguiu reter em sua mente; o idiota, o que nunca soube!”

Aqui o atento leitor bem poderia argumentar: “Mas, afinal, escrever é ou não uma arte?” Minha resposta, a tal indagação, seria um enfático SIM! Sempre houve escritores, os consagrados, os artistas e pais da matéria, que brincam com as palavras com uma propriedade, familiaridade e habilidade simplesmente genial! Mas, convenhamos, ninguém precisa ser um Mozart na vida para ser um músico, concordam? Mesmo porque, não é todo dia que nascem artistas exponenciais; o que não quer dizer, em absoluto, que os que não são expoentes não tenham nada com o que contribuir. Aliás, todo homem de sucesso um dia teve que aprender o enfadonho beabá; e, se for honesto, ele terá que admitir que o sucesso não veio senão após muitas lutas, tentativas e insucessos. Parafraseando Bob Marley, "A vida [ou, o sucesso, diríamos] é para quem topa qualquer parada, e não para quem pára em qualquer topada!”

Certa vez alguém perguntou a um renomado escultor em madeira qual era o segredo de tão perfeitas esculturas, verdadeiras obras de arte! Sua resposta foi: “É simples; eu apenas vou tirando do tronco, pouco a pouco, tudo o que não se parece com a imagem que tenho em mente” e ele não poderia ter sido mais feliz em sua resposta! O grande problema, com a maioria de nós, é que iniciamos um projeto como se já o estivéssemos terminando; falta em nós aquela necessária dose de paciência para o “pouco a pouco”, condição sine qua non[2] para o sucesso e para a consolidação do mesmo.

Concordamos com John Charles Salak em seu famoso dito: “Os fracassados são divididos em duas classes: Aqueles que pensaram e nunca fizeram, e, aqueles que fizeram e nunca pensaram”;  porém, diríamos ainda que os vitoriosos e bem sucedidos, os artistas, cada qual em seu ramo de atividade, se dividem também em duas categorias: Os satisfeitos, que não vêem razão para muita fadiga em busca da “arte”, e os insatisfeitos; estes sim, dão sempre de si tudo o que podem (e até vão além!) no sentido de melhorar e de aprimorar o que já poderia ser considerado como bom.

Se é verdade que para ser escritor, o que se precisa é escrever, de igual modo podemos inferir que para escrever, o que se precisa é começar. De primeira mão o escrito sempre sairá bruto, desconexo e um tanto idiota; mas, se o escritor se pretende um artista consciente, ele naturalmente irá delinear, lapidar, esculpir, moldar a idéia de forma que o seu texto não apenas comunique a mensagem desejada, mas ainda o apresente com toda clareza e beleza possível. Vale a pena lembrar, também, que a verdadeira arte não está no divisar entre os conceitos de bom ou ruim, e sim, na visão entre o que é meramente bom e o que pode ser ainda melhor; isso é arte!

Agora, retomando ao tema inicial: “Quem matou o escritor?” Diríamos que nada tem sido mais letal para o escritor do que o desânimo, o desinteresse, a falta de incentivos, as dificuldades ou, até mesmo, o excesso de facilidades! Tivéssemos nós um posicionamento correto com respeito a essas perspectivas da vida e do mundo ao nosso redor e não teríamos tantos artistas em potencial sendo exterminados... Dia após dia! E para você, que anda sendo cortejado pela nefasta desistência, lembre-se: O sucesso encobre uma multidão de insucessos![3]

by  Enih Gil’ead


[1] Jornal O Globo de São Paulo, de 23/05/2009.
[2] Latim sine qua non, que quer dizer: “Sem o que, não pode ser”.
[3] Citação de George Bernard Shaw.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Servir a Deus, ou a Mamom?


No texto de Lucas 16, entre tantas lições extraordinárias, tem um detalhe de fato intrigante, que é quando Jesus louva, ou, elogia, o mordomo infiel pela sua iniciativa de “granjear amigos” com os recursos alheios, do seu patrão, conforme texto abaixo.

Lucas  16:1 ... “Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este foi acusado perante ele de dissipar os seus bens. 2 E ele, chamando-o, disse-lhe: Que é isto que ouço de ti? Dá contas da tua mordomia, porque já não poderás ser mais meu mordomo. 3 E o mordomo disse consigo: Que farei, pois que o meu senhor me tira a mordomia? Cavar, não posso; de mendigar, tenho vergonha. 4 Eu sei o que hei de fazer, para que, quando for desapossado da mordomia, me recebam em suas casas. 5 E, chamando a {si} cada um dos devedores do seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves ao meu senhor? 6 E ele respondeu: Cem medidas de azeite. E disse-lhe: Toma a tua obrigação, e, assentando-te já, escreve cinqüenta. 7 Disse depois a outro: E tu quanto deves? E ele respondeu: Cem alqueires de trigo. E disse-lhe: Toma a tua obrigação, e escreve oitenta. 8 E louvou aquele senhor o injusto mordomo por haver procedido prudentemente, porque os filhos deste mundo são mais prudentes na sua geração do que os filhos da luz. 9 E eu vos digo: Granjeai amigos com as riquezas da injustiça; para que, quando estas vos faltarem, vos recebam eles nos tabernáculos eternos. 10 Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; quem é injusto no mínimo, também é injusto no muito. 11 Pois, se nas riquezas injustas não fostes fiéis, quem vos confiará as verdadeiras? 12 E, se no alheio não fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso? 13 Nenhum servo pode servir dois senhores; porque, ou há de aborrecer um e amar o outro, ou se há de chegar a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom. 14 E os fariseus, que eram avarentos, ouviam todas estas {coisas}, e zombavam dele.”

O homem rico, da parábola, naturalmente que representa Deus, o Criador e o Senhor de todas as coisas; o mordomo infiel representa um homem comum, que ainda não tenha aceitado a Jesus como seu Salvador. O mordomo, depois de denunciado e chamado à atenção (é importante notar que Deus não age sem antes dar um aviso!), admite que “cavar” o seu sustento ele não pode, mas ele também não se dispõe a “mendigar”, pedir, implorar. Aqui vemos uma importante tomada de posição por parte do mordomo; ele se admite necessitado, mas, o orgulho e a soberba da vida o impedem de se arrepender, de pedir o perdão de que necessitava e de corrigir as suas falhas; ele não achou que podia pedir e nem aceitar a salvação que é concedida ao de graça, sem qualquer pagamento. Preocupado com a sua própria subsistência, ele decide “comprar” a simpatia dos seus conservos utilizando para isso os bens do seu patrão; e, com esse ato de prudência, ele consegue ser “louvado”, elogiado, por Jesus! E, o que é mais curioso ainda, Jesus dá aqui um mandamento que muitos estranham... “9- E eu vos digo: Granjeai amigos com as riquezas da injustiça...”!

Para entendermos o sentido do que Jesus está dizendo, no verso nove, basta dar uma olhada no verso quatorze, onde vemos Jesus não está dando esse “mandamento” para os salvos, e sim, para os fariseus avarentos e adoradores de mamom! A sua afirmação de que os filhos desse mundo são mais prudentes, “espertos” que os filhos da luz, é uma alerta muito importante para nós, os salvos pela Graça de Deus! Em Apocalipse Ele mesmo é quem nos diz que preferiria que fossemos ou quente, ou então frios; o crente morno, avarento e desinteressado pela justiça divina, causa-lhe ânsias de vômito! Não podemos servir a dois senhores! Ou servimos a Deus, ou então corremos atrás das riquezas deste mundo.

Quanto à expressão “para que ...vos recebam eles nos tabernáculos eternos.” isso é muito simples. A Bíblia nos ensina que estamos todos indo para a casa eterna; ou para a eternidade no céu, com Deus, seus anjos e também com todos os salvos, ou, para a eternidade com o diabo, seus anjos caídos e com todos os que não aceitaram a salvação providenciada por Deus, em Jesus Cristo, nosso Senhor. Assim como no céu havemos todos de receber os galardões pelos nossos atos de justiça, também no inferno as pessoas serão mais, ou, menos, galardoadas pelo que fizeram de bom aqui neste mundo seja de bom, ou, de mal; ou seja, uma pessoa que tenha sido bondosa, caridosa, prestativa e humanitária, mas que não foi salva por Jesus, ela irá, sim, para o inferno; mas ela certamente não sofrerá o mesmo que uma pessoa como os tantos corruptos, bárbaros e violentos assassinos de todos os tempos. No livro de Mateus temos duas citações do próprio Cristo que diz: “E qualquer que tiver dado só que seja um copo d'água... em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão.” Quando a Bíblia diz “qualquer” pessoa, é qualquer um mesmo; independente da raça, ideologia política, religião, se salvo ou não e etc. O que nos leva a concluir que a justiça de Deus não permitirá que, mesmo no inferno, todos tenham a mesma sorte e o mesmo “galardão” eterno.

by,  Enih Gil’ead